Jornada Arteterapia e Atendimento Comunitário

O Departamento de Arteterapia do Instituto Sedes Sapientiae promoveu, no sábado dia 15 de junho, a "Jornada Arteterapia e Atendimento Comunitário" que contou com a participação na mesa de debate com Tereza Cristina P. Ajzenberg (Profa do Departamento, psicologa, gestalterapeuta e arteterapeuta), Daniela Laskani (psicóloga clínica e arteterapeuta), Viviane Santos (psicóloga, arteterapeuta, escritora e poetisa) e Andrea Cravo (arteterapeuta, educadora física e pedagoga). E nas oficinas com Ligia Kohan (arte educadora e arteterapeuta); Natalia Harumi Pieczarka (psicóloga e arteterapeuta); Ana Alice Francisquetti (artista plástica, arteterapeuta e arte-reabilitadora) e Maria Rita Callijao Farias (psicóloga hospitalar, psico-oncologista e arteterapeuta).

Este evento teve como objetivo apresentar a prática da arteterapia em diversos contextos como uma metodologia de atuação junto às comunidades e população em situação de vulnerabilidade.

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Tereza Cristina P. Ajzenberg fez a abertura do evento promovendo uma reflexão sobre o tema a partir do poema "O Bicho" de Manoel Bandeira e sua ressonância e impacto nos tempos atuais e conduziu uma primeira vivência com o grupo participante.

Daniela Laskani com o tema Arteterapia e a morte de um rio: uma breve intervenção apresentou sua experiência de um trabalho voluntário junto à comunidade de Colatina e o impacto da catástrofe ambiental no Rio Doce. Ela relata como alguns moradores que participaram do encontro em arteterapia nas perspectivas de como era a situação dos rios no passado, como estava no presente e suas expectativas para o rio do futuro.

Viviane Santos com o tema Arteterapia e a Rua: uma forma de escuta para aqueles que vivem a dura realidade das ruas. Relatando o seu trabalho com "consultório da rua" na atuação em saúde pública. E sua atuação voluntária no centro de convivência com ateliês de arteterapia visando promover acolhimento e expressão de sentimentos, no resgate da potência da existência do ser humano e seus vínculos para além das situações de abandono.

Andrea Cravo com tema Arteterapia e Adicção inicia com trabalho preventivo com adolescentes, sempre promove o vínculo a partir do movimento físico e corporeidade e após a proposta do trabalho artístico visando o autoconhecimento e reconhecimento dos sentimentos envolvidos onde "medo e sagrado" foram pontos de convergência, e também como lidar com os diversos conflitos entre a familiares e o contato do adolescente com as drogas.

A primeira parte do evento encerrou com um debate e perguntas dos participantes para as palestrantes esclarecendo suas práticas e resultados dos trabalhos apresentados.

A Oficina de Sonhos: processo de construção com sucata foi planejada e ministrada em parceria pela arte educadora e arteterapeuta Ligia Kohan e pela psicóloga e arteterapeuta Natalia Pieczarka.

Elas abriram o encontro com uma grande roda em volta de um tapete cheio de distintas sucatas, convidando os participantes a se apresentarem através de uma delas. Depois, deram seguimento com o aquecimento corporal - prática que acreditam ser essencial na busca de identidade, sobretudo em casos que o indivíduo se encontra em situação de vulnerabilidade.

Logo, todos os participantes estavam andando pelo espaço em diferentes direções, ritmos e de diversas maneiras até chegar na Jornada dos Sonhos… ouvindo poemas da Marina Colasanti, da Patricia Galvão, do Fernando Sabino e Mario Quintana.

Os participantes puderam olhar para seus sonhos e observar cada detalhe ao seu redor até que estivessem inundados desse sonho.

As orientações levaram os participantes a construírem seus sonhos com sucata.

Em roda começou, em roda terminou… cada um falou do seu sonho e o colocou sua construção no centro para que todos pudessem compor com o sonho do outro. E assim, Ligia e Natalia fecharam a oficina com a música “Sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é realidade.”, do Raul Seixas.

A Oficina sobre “o olhar do arteterapeuta para os desastres ambientais”, ministrada em parceria pela artista plástica, arteterapeuta e arte-reabilitadora Ana Alice Francisquetti e pela psicóloga hospitalar, psico-oncologista e arteterapeuta Maria Rita C. Farias, apresentou dois momentos significativos através da arte.

O primeiro momento foi relacionado com as perdas diante de uma catástrofe, quando os participantes puderam expressar suas dores diante das perdas vividas, em decorrência desse evento marcante. A experiência levou os participantes a vivenciarem seu luto e a sua ressignificação.

O segundo momento foi relacionado à transitoriedade e sua ressignificação, quando os participantes tiveram a oportunidade de dar um novo significado para a vida de quem sobreviveu, e para a saudade de quem não está mais presente.

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